Primeiro dia de gravação.
Rotava e Thiago chegaram atrasados 30 mim. O André trouxe a bateria Pinguim, e chegou puto, batendo a porta do carro, dizendo que tinha dado tudo errado (referindo-se aos motivos do atraso). O Thiago, embora tenha vindo de ônibus, chegou junto.
A primeira idéia era usar a Pinguim, que teria um som mais vintage. Fomos então comparar a batera Pinguim com a Tama do estúdio. Timbres diferentes, mas a Pinguim estava melhor regulada pra tocar ao vivo, ressonando demais para o ambiente de gravação do estúdio. Resultado: decidimos usar bumbo, tom e surdo da Tama.
Pra fixar o segundo prato de ataque, tivemos que fazer uma gambiarra colocando-o preso no bumbo da pinguim, que acabou servindo só pra isso.

Primeiros testes de gravação: Bumbo, tom e surdo Tama, pratos do Thiago (chimbal, 1 condução e 2 crash) e caixa do Thiago.
O som da caixa não ficou legal, e o chimbal vazou muito (ressoou demais), e o Flávio nos convenceu a usarmos a caixa e o Chimbal do estúdio mesmo. Na verdade, acho que o estúdio já estava todo acertado pra captar a bateria dele, e o som ficou melhor por causa disso. Mas ficou com um som que nos agradou, isso é o que importa. No final das contas, o Thiago só usou dele mesmo a condução, os 2 chrashes e o pedal de bumbo.
Gravamos Paciência. Quer dizer, o Thiago. Ele penou de início pra tocar junto com metrônomo. E a nossa base gravada anteriormente na verdade não estava nada precisa. Precisou de bastante paciência mesmo pra essa sair.
Gastamos um tempo considerável ajustando o som da batera, e acabamos gravando só essa.
No final, fomos comer uma pizza no Largo do Machado. Começara a gravação. Quatro horas, das 18 às 22h, R$160,00.
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